Seja Livre

Coisas para se fazer “antes de”

o_que_fazer_com_sua_vida   A Laís Menini, essa roomie linda que eu tenho, me desafiou a ver com ela um filme de um livro que ela tinha lido que havia gostado muito. E a citação final do livro é essa aí da imagem, que fiz questão de postar como nota no Facebook. Fiz isso logo antes de viajar com a Fabi Soares, dona do texto sobre ter 27 anos publicado semana passada, e que me chamou pra viajar com ela no feriado. Passei quatro dias ótimos, descansando e fazendo coisas novas, como andar de Jet Ski. O que me lembrou de ressuscitar outra nota antiga, de uma lista que fiz: a Bucket List, ou, lista do que fazer antes de bater as botas. (mais…)

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Você pensa seu negócio para você ou para os outros?

Pode parecer contraditório o título, dado que já falei duas vezes sobre encontrar seu propósito (ou seja, olhar pro seu próprio umbigo) que agora eu esteja dizendo pra você olhar pra fora. Sim, caro amigo-leitor-irmão-de-fé-camarada: é super importante olhar pra dentro da gente e descobrir o verdadeiro propósito nos nossos projetos e negócios, mas igualmente importante é olhar pra fora e se perguntar: quem se importa? [caption id="attachment_103" align="aligncenter" width="500"]Quem se importa com o que você pensa? Quem se importa com o que você pensa?[/caption]   Se seu objetivo for apenasmente satisfação pessoal, se seu projeto não precisa de público nem conexão nenhuma, já te conto que esse post não é pra você. Mas se o que você pretende for um negócio ou qualquer projeto que dependa de participação de outras pessoas, é bom depois de olhar pra si mesmo que você olhe em torno do seu lindo umbigo com piercing e veja quem mais pode se interessar pelo que você está fazendo. (mais…)

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BMC e Golden Circle – Colocando ideias em vários papéis

Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo que eu queria fazer. Assim começou a esperta ideia de jogar fora boa parte do TCC que eu, Isabella e Laís já tínhamos feito, de uma ideia que era bem legal, inclusive. Havia sido aprovada com louvor na primeira banca e já tinha inclusive recebido a segunda orientação. Aí, loucas do c* (como diz a Laís) que somos, resolvemos jogar tudo no lixo e recomeçar, cada uma em um projeto diferente. Mas por quê? Pergunta você, caro leitor. Eu respondo: propósito. Como disse, a ideia era bacana, já estava bastante desenvolvida e para nós, enquanto estudantes entregadeiras de trabalho, seria fácil terminá-lo. Mas acontece que as pessoas envolvidas (membros da banca, professor orientador e tal) começaram a perguntar pra gente se iríamos transformar mesmo aquela ideia em negócio, que ela merecia que estava muito legal e tudo mais. Mas nenhuma de nós sentia que aquela ideia se ligava verdadeiramente ao nosso propósito. Ela resolvia um problema que existe, que tem possibilidade de ser transformada em um negócio viável e interessante: poderia possivelmente passar num processo de aceleração para uma startup. Mas nem eu nem nenhuma das minhas caríssimas colegas sentia que queria colocar essa ideia em prática.   [caption id="attachment_93" align="aligncenter" width="634"]Começando o trabalho de novo. Começando o trabalho de novo.[/caption] (mais…)

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