Seja Livre

8 Ferramentas para autoconhecimento

Tenho uma amiga que tem uma tatuagem escrito em Latim: Nosce te ipsum - conhece-te a ti mesmo. Quantos de nós nos damos o tempo necessário para nos conhecer? Autoconhecimento é entender em que padrões operamos para então poder quebrá-los, se assim quisermos. Você sabe como conhecer a si mesmo? Eu confesso que não sabia nem como começar a olhar pra dentro de mim. Se alguém me perguntasse antes se eu me conhecia eu rapidamente iria responder automaticamente que sim, claro. Mas não era verdade. Hoje sei que estou apenas na ponta do iceberg, que estou só começando a enxergar através do nevoeiro. Ou seja, ainda tem muito pra explorar. Algumas ferramentas de autoconhecimento que encontrei pelo caminho ajudam bastante a entender esses padrões de como nossa personalidade foi construída e como agimos a partir dela. Compartilho aqui com vocês as que já usei - e que tem um resultado surpreendentemente acurado, pelo menos no meu caso. Que tal tentar você também? 1. 16 personalidades (ou Briggs Myers' 16 personality types) Um dos "testes de personalidade" mais famosos, lista 16 tipos diferentes que combinam 8 características básicas: Introvertido/Extrovertido, Intuição/Sensação, Pensante/Sentimento, Julgador/Percepção. A primeira letra dessas palavras (em inglês) forma o tipo de personalidade. O meu por exemplo é ENFJ - Protagonista, que é a combinação de Extrovertido, Intuitivo, Sentimento e Julgador. Ler o perfil todo dessa personalidade me ajuda a entender como faço escolhas e como é meu comportamento inato, e assim me permite entender como ajo naturalmente e como posso ajustar os comportamentos que gostaria de modificar. [caption id="attachment_985" align="aligncenter" width="736"]Créditos: 16 personalities.com Créditos: 16 personalities.com[/caption] 2. Eneagrama (mais…)

Por Ana Paula Coelho, atrás
Jornada

Lista de conquistas – por que fazer uma

Eu às vezes tenho a sensação que poderia estar fazendo as coisas mais rápido. Você também tem essa sensação? Por vezes me pego pensando que devia me esforçar mais, ser mais disciplinada, e às vezes isso vai para o extremo de me culpar por não ter feito algo. Como culpa é um sentimento inútil, às vezes é preciso me lembrar de que estou fazendo muito. Um dos jeitos que consegui diminuir essa sensação de que "não tenho feito nada", é colocar tudo que faço na minha agenda do Google. Assim eu sei quantas horas tenho gasto com trabalho, yoga, socializar, limpeza de casa, organização e afins. Assim tenho contado o tempo que gasto comigo e com os outros. E o tempo que vendo em troca de dinheiro pra viver e fazer o que gosto. (mais…)

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Jornada

De repente 33 – como virei minha vida do avesso

Não se enganem pela foto em destaque do post. Esse não é mais um post a la instagrammer fitness que perdeu 20kg graças à "frutinha milagrosa-cross fit-no pain no gain" lifestyle. Espero que seus olhos sejam capazes de ver para além das gorduras a menos, mas olhar nos olhos dessa pessoa que está nas três fotos. A primeira delas é uma pessoa feliz? Tranquila? Em paz? Que se ama? E a última? Eu iniciei meu ano de 2015 no centro de uma grande mandala cravada no chão do lindo salão das Thermas do Grande Hotel de Araxá. Sentada (ou pelo menos tentando) de pernas cruzadas, imitando uma posição meditativa. Já havia começado a meditar há cerca de um ano naquela época, mas sempre intermitentemente. Ainda assim, descobri o quão poderoso pode ser olhar pra dentro de si mesma. Naquela foto, naquele chão, meus desejos de ano novo eram de conectar de novo comigo mesma, há tantos anos perdida de mim. [caption id="attachment_940" align="aligncenter" width="736"]Não estava nem no centro de mim nem no centro da mandala. ha. Não estava nem no centro de mim nem no centro da mandala. ha.[/caption] (mais…)

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